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		<title>3 músicas que explicam os protestos do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 17:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juli Anna Ruzzarin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inúmeros blogs, canais do Youtube, contas do Twitter ou do Facebook, que seja, já manifestaram a sua opinião a respeito dos acontecimentos dos últimos dias – opinião que, na verdade, é representante, como já deu pra perceber, de uma enorme parte da população-. Parece que as pessoas finalmente perceberam o poder que a internet tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Inúmeros blogs, canais do Youtube, contas do Twitter ou do Facebook, que seja, já manifestaram a sua opinião a respeito dos acontecimentos dos últimos dias – opinião que, na verdade, é representante, como já deu pra perceber, de uma enorme parte da população-.</p>
<p>Parece que as pessoas finalmente perceberam o poder que a internet tem para divulgar informações de maneira muito mais rápida e menos editada do que a que a mídia, infelizmente, nos transmite, e que &#8220;compartilhar&#8221; não precisa ser sinônimo de correntes chatas ou piadinhas. Não faltam opiniões, relatos e desabafos de pessoas de saco cheio das restrições impostas no que é direito de todos <em>-a expressão-</em>, e a internet está sendo o principal veículo para essas manifestações.</p>
<p>Só que aqui no Lizt vai ser diferente. Vamos deixar que essas 3 músicas expliquem os sentimentos compartilhados por toda essa parte da população que, finalmente, acordou.</p>
<p><strong>1. The Clash – Know Your Rights.</strong></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/5lfInFVPkQs" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong><em>“this is a public statement with guitar”</em></strong></p>
<p>Impossível falar de tal coisa sem remeter a, ao menos, uma música punk. E Know Your Rights, do The Clash, é uma das músicas que melhor se encaixa em tudo isso que está acontecendo.<br />
É britânica, é de 1982 e é punk. Vocês devem estar se perguntando:<em> what the f***</em> é a relação dela com o Brasil e os seus movimentos?<br />
Eu explico, ou melhor, os seguintes versos explicam:</p>
<p><strong><em>&#8220;You have the right not to be killed, unless it was done by a policeman.<br />
You have the right to free speech as long as you’re not dumb enough to actually try it.&#8221;</em></strong></p>
<p>De forma irônica, a banda fala sobre o abuso policial e sobre os direitos de cada um, principais motivos dos protestos atuais.</p>
<p><strong>2. Bob Dylan – I Shall Be Released</strong></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/js1hjL8evmM" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O músico do folk, do blues, do rock e de todos os outros movimentos aos quais ele pode ser relacionado também é figura reconhecida quando o assunto são músicas de protesto ou engajadas. “I Shall Be Released” foi tocada no concerto de 1976 <em>The Last Waltz</em>, que contou com a sua participação, de Ringo Starr e diversos outros, show eternizado em um documentário de mesmo nome pelo cineasta <em>Martin Scorsese</em>.<br />
A música fala sobre alguém que jura não é o culpado e que, <em><strong>any day now, any day now</strong></em>, será liberado.</p>
<p><strong>3. The Who &#8211; Won’t Get Fooled Again</strong></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Rp6-wG5LLqE" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Escrita por Pete Townshend e lançada em 1971, a música foi motivo de muita conversa e teve caracterizações como <em>&#8220;um hino antiguerra contra os conflitos no Vietnã&#8221;</em>. Independente disso, ela transmite sentimentos em versos que poderiam muito bem ter sido escritos por algum cantor brasileiro da atualidade:</p>
<p><strong><strong><em> “I&#8217;ll tip my hat to the new constitution<br />
take a bow for the new revolution<br />
smile and grin at the change all around me<br />
pick up my guitar and play<br />
just like yesterday”<br />
</em><em><strong><br />
</strong></em></strong></strong></p>
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		<title>Entrevista // Malbec #mapadobrasil</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 15:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasschutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de um longo período sem postar nada estou emocionadamente de volta ao blog e trago uma entrevista feita com os manauaras da Malbec &#8211; mais precisamente com um dos membros da banda, o Ian Fonseca &#8211; uma das bandas nacionais mais bacanas que conhecemos nos últimos tempos, além de uma referência para a cena [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um longo período sem postar nada estou emocionadamente de volta ao blog e trago uma entrevista feita com os manauaras da Malbec &#8211; mais precisamente com um dos membros da banda, o Ian Fonseca &#8211; uma das bandas nacionais mais bacanas que conhecemos nos últimos tempos, além de uma referência para a cena do rock do norte do Brasil.</p>
<p>A Malbec lançou, em 2012, o disco Paranormal Songs, que soa cheio de influências e personalidade, leia, conheça e ouça essa pérola do roquezito nacional.</p>
<p>Essa entrevista foi feita para sair em um projetinho que estamos tentando colocar no blog, ele se chama Mapa do Brasil e tem como objetivo mapear &#8211; hehe &#8211; duas bandas de cada estado da nossa nação. A escolha das bandas tem umas regrinhas, mas isso não vem ao caso.</p>
<p>Nos falem o que acharam para saber se continuamos ou não com isso tudo <img src='http://www.lizt.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora acabou a enrolação, vamos conhecer mais sobre a Malbec!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/malbec2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-8271" alt="malbec" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/malbec2.jpg" width="401" height="302" /></a></p>
<div><i><strong>Vocês lançaram o Paranormal Songs no meio de 2012, o disco recebeu ótimas críticas, uma busca rápida na internet já mostra que foi um dos lançamentos nacionais mais falados de 2012, vocês esperavam logo de cara essa repercussão toda?</strong><br />
</i>Bom, fizemos o disco que queríamos fazer e, claro, esperávamos que pelo menos uma parte do público de música não-mainstream acolhesse, mas, certamente, não esperávamos esse montante considerável de repercussão positiva.</div>
<div></div>
<div>Parece que o álbum agradou, por inteiro, pessoas de todo o país e também uma quantidade razoável de gente de fora. Isso nos deixou ainda mais estimulados a continuar produzindo um material com a nossa cara, sem pretensão de agradar diretamente ao nicho X ou Y.</div>
<div></div>
<div>É bom saber que ser você mesmo, simples assim, já agrada a uma quantidade enorme de gente, de cara. A idéia agora é intensificar essa característica durante a carreira, o que vai ser um prazer enorme, felizmente!</div>
<div>
<p><strong><i>Ouvindo o Paranormal Songs dá pra perceber muitas nuances e algumas mudanças de estilo de uma faixa pra outra, isso vem propositalmente de vocês ou o tempo mais longo de produção ajudou a dar esse tom dinâmico?</i></strong>Ambos os fatores que você citou levaram o disco a ter essa curva estética tão acentuada entre as faixas. O fato de termos passado mais de um ano pré-produzindo e gravando permitiu com que explorássemos as faixas com profundidade, construindo e desconstruindo arranjos até chegar a uma solução que servisse à música da forma que achássemos mais interessante e agradável (e às vezes leva um ano até pra você perceber que uma determinada música precisa ser mais simples, e não mais &#8220;polida&#8221;).</p>
<p>Desde que surgiu o conceito de &#8220;canções paranormais&#8221; nas nossas conversas, a palavra de ordem era que cada faixa fosse um universo próprio, e se no fim elas combinasse ou destoassem, ótimo, essa seria a forma como o disco seria lançado. Então, sim, dá pra considerar que essa incoerência entre as canções é proposital. Essa não é necessariamente a melhor forma de fazer música, mas, pra esse disco específico, foi a idéia que melhor expressava o momento que estávamos vivendo.</p>
<p>No fim das contas, penso que o álbum ficou consistente na sua inconsistência. É o que a gente vê na vida cotidiana&#8230; por que não registrá-lo num disco? Tentamos.</p>
</div>
<div>
<p><strong><i>3 – Em Calo vocês cantam ‘Parece texto, nem parece verso isso que eu escrevo’ esse trecho me fez perceber que vocês gostam bastante de alternar músicas mais faladas com outras cantadas, isso vem de alguma influência ou naturalmente da banda?<br />
</i></strong>Agora até estamos tentando diversificar um pouco isso, mas pro Paranormal Songs a intencionalidade temática das composições foi quase inexistente. O que quero dizer é que, em nenhum dos casos, as músicas nasceram com a intenção específica de falar sobre um determinado assunto ou respeitar uma dada métrica ou ritmo.</p>
<p>Novamente, não que o contrário seja errado (até estamos praticando, mais recentemente!)&#8230; é só como o disco foi naturalmente criado. Quando escrevi esse verso que você parafraseou, estava tentando descrever em poucas palavras aquilo que, durante toda a faixa, é descrito em muitas. Percebi que as frases da música eram longas, e, como estava gostando, resolvi deixar.</p>
<p>Aí esse comentário de que aquilo que deveria ser um curto verso poético começou a virar uma prosa extensa foi inevitável, e diz muito sobre a forma como a gente trata o amor, que é sobre o que a música acaba falando. Mas a sua observação procede, e realmente, olhando agora, o disco parece alternar tipos diferentes de abordagem vocal.</p>
</div>
<div>
<p><i><strong>4 – O álbum de estreia de vocês conta com algumas músicas em inglês, vocês tem o objetivo de se lançar no exterior, atravessar as fronteiras e levar a Malbec pra fora do Brasil?</strong><br />
</i>Ouvimos muita música em inglês e, às vezes, quando uma música nasce, ela já nasce com um determinado tipo de linguagem, uma necessidade até mais fonética do que geográfica. Como o clima pra esse disco era o de deixar as coisas fluírem, não tínhamos motivo pra evitar compor e desenvolver músicas em inglês. Elas nasceram e continuam nascendo.</p>
<p>Algumas pessoas consideram isso negativo (não cantar exclusivamente em português), mas, aparentemente, pra nossa sorte, isso agrada à maioria. Sobre levar a Malbec pra fora do Brasil, é claro que ter material em inglês ajuda no alcance da banda, e seria ótimo rodar por outros países com o nosso trabalho. Estamos trabalhando pra que aconteça em breve.</p>
<p>Mas nesse momento a prioridade é rodar o Brasil pra mostrar esse disco enquanto produzimos o próximo.</p>
</div>
<div>
<p><strong><i>5 – Recentemente saíram algumas notícias que indicavam que o mercado fonográfico vem começando a crescer novamente, muito baseado em serviços de streaming e tal, vocês já se sentiram lesados por causa da internet ou acham que ela pode impulsionar a banda, torná-la mais conhecida? Qual a visão da banda sobre esse assunto?</i></strong>Nunca nos sentimos lesados pela internet &#8211; muito pelo contrário: caso ela não existisse, as chances de uma banda alternativa/independente amazonense aparecer para o mundo seriam quase nulas.</p>
<p>Tudo que conseguímos até hoje se deve à divulgação virtual. Adoramos, é claro, o formato físico &#8211; não é à toa que o Paranormal Songs está prensado em CD e vinil &#8211; mas não há comparação que não soe ridícula entre o alcance desses formatos e o do simples download de mp3.</p>
<p>Desde o princípio nossa idéia era que o disco estivesse gratuitamente disponível no nosso site oficial e isso foi imprescindível pro que aconteceu até agora em termos de repercussão (e pro que ainda está por vir, tomara). Se depender da gente, todos os discos que lançarmos estarão gratuita e imediatamente disponíveis na rede.</p>
<p>Se o trabalho for bom e o público gostar, a demanda por shows cresce naturalmente, e isso já permitiria, em termos financeiros, que continuemos a fazer música, que é só o que a gente quer.</p>
</div>
<div>
<p><strong><i>6 – Que banda, ou bandas, manauara vocês recomendariam pra nós?<br />
</i></strong>A Luneta Mágica lançou um ótimo disco ano passado, pouco depois de nós. Tem também a Several, que já é quase um clássico por aqui e está trabalhando um disco novo. O EP mais recente do Raphael Fonseca, que eu produzi, parece que tem agradado, também. É muita gente nova interessante, então vou ficar só nesses três pra não esquecer ninguém.</p>
</div>
<div>
<p><strong><i>7 – Por fim, que lugar não podemos deixar de conhecer em uma visita à Manaus?<br />
</i></strong>As imediações do Teatro Amazonas &#8211; o Largo de São Sebastião e arredores -, que passaram muitos anos às sombras. Com poucas exceções, é onde ainda se encontra espaços onde bandas como essas da nova cena musical da cidade podem mostrar os seus trabalhos. E o teatro é realmente peculiar, único, com aquela cúpula esquisitona. Mas venham preparados pro calor.</p>
<p>E aqui segue o último clipe dos caras <img src='http://www.lizt.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/NeIco_G2noI" height="310" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Site: <a href="http://www.malbec.mus.br/site/">http://www.malbec.mus.br/site/</a><br />
Facebook: <a href="https://www.facebook.com/malbecmusic">https://www.facebook.com/malbecmusic<br />
T</a>witter: <a href="https://twitter.com/malbecmusic">https://twitter.com/malbecmusic<br />
Y</a>outube: <a href="http://www.youtube.com/malbecmusic">http://www.youtube.com/malbecmusic</a></p>
</div>
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		<title>Videoclipe: Bratislava &#8211; Holga</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 16:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yu Bortolazzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Bratislava traz mais uma produção bem bacana, dessa vez para a música &#8220;Holga&#8221;, do disco Carne, de 2012. Falamos sobre a produção anterior, o videoclipe para o segundo single do disco, aqui. Dirigido por Erick Donate e Augusto Carmo, o clipe busca captar um sentimento bucólico mostrando a interação dos rapazes com a cultura local unida de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Bratislava</strong> traz mais uma produção bem bacana, dessa vez para a música &#8220;Holga&#8221;, do disco Carne, de 2012. Falamos sobre a produção anterior, o videoclipe para o segundo single do disco, <a href="http://www.lizt.com.br/videoclipe-bratislava-carne/">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/bratislava-video-holga.jpg"><img class="alignnone  wp-image-8250" alt="bratislava-video-holga" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/bratislava-video-holga.jpg" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Dirigido por Erick Donate e Augusto Carmo, o clipe busca captar um sentimento bucólico mostrando a interação dos rapazes com a cultura local unida de belas imagens da cidade de Curitiba, aonde Victor Meira (baixo e vocais) e Alexandre Meira (guitarra e vocais) moraram durante bom tempo de suas vidas.</p>
<p>A descrição dos caras a respeito do propósito de adotar tal estética exemplifica melhor o sentimento;</p>
<p>&#8220;Sabe aquela sensação estranha que rola quando a  gente visita lugares onde esteve quando era criança, casas ou parques  quase apagados da memória, derramando um turbilhão de sentimentos  gostosos na gente? Foi nesse feeling que &#8220;Holga&#8221; nasceu. A canção  questiona: aquela sua memória de infância é uma memória real ou uma  criação do imaginário a partir de fotos e outros registros? Quando você  viaja, como você lida com as experiências vividas? Vive sem medo de  esquecê-las ou procura registrar, tirar fotos, fazer vídeos? Se os  registros enganam tanto a nossa memória, deixar de registrar seria uma  maneira de preservar uma lembrança livre de ilusões? Ou isso leva ao  esquecimento inevitável?&#8221;</p>
<p>Confira:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=36sefEp21JE">http://www.youtube.com/watch?v=36sefEp21JE</a></p>
<p><object id="bb68592b-2888-829c-c9aa-b8b4699ca9ad" width="0" height="0" type="application/gas-events-abn"></object></p>
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		<title>De Onde O Nome Vem: Black Sabbath</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 19:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yu Bortolazzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Onde o Nome Vem]]></category>
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		<description><![CDATA[O Black Sabbath difundiu o heavy metal pelo mundo e é creditado pela grande maioria como responsável por todas suas ramificações. A verdade é que a proporção e a complexidade sonora que a banda alcançou transpôs todas as barreiras musicais existentes dentro do heavy metal &#8211; passou a ser referência em todos os estilos musicais. Qualquer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Black Sabbath</strong> difundiu o heavy metal pelo mundo e é creditado pela grande maioria como responsável por todas suas ramificações.</p>
<p>A verdade é que a proporção e a complexidade sonora que a banda alcançou transpôs todas as barreiras musicais existentes dentro do heavy metal &#8211; passou a ser referência em todos os estilos musicais. Qualquer lugar que se ouça um riff mais abafado, sombrio e agressivo, pode creditar sem problemas aos cabeludos.</p>
<p>Ouça isso e bote em seguida Tame Impala, POND ou qualquer outra banda psicodélica de hoje em dia.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=i8kYrIWu14E">http://www.youtube.com/watch?v=i8kYrIWu14E</a></p>
<p>A história do grupo começa em Birmingham, Inglaterra. Quatro rapazes &#8211; Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward e Ozzy Osbourne &#8211; com intuito de fugir da vida chata de operários de fábrica, resolvem montar uma bandinha.</p>
<p>Influenciados visualmente pela psicodelia do começo dos anos 70, e musicalmente pela forte cena blues que rolava na época, os quatro em 1968 formaram o Earth Blues Company, abreviado para <strong>Earth</strong>.</p>
<p>Tudo mudou quando Butler apareceu com uma ideia no estúdio, inspirado pela visão de uma aparição assustadora ao pé de sua cama numa noite. Fã de filmes de horror e romances de Dennis Wheatley, ele tinha um pouco de contato com magia negra e ocultismo na época.</p>
<p>O resultado em estúdio foi a composição da música &#8220;Black Sabbath&#8221;, nome inspirado no filme estrelado por Boris Karloff, de 1963.</p>
<p><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Black-Sabbath.jpg"><img class="alignnone  wp-image-8180" alt="Black Sabbath" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Black-Sabbath.jpg" width="400" height="400" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=akt3awj_Ah8">http://www.youtube.com/watch?v=akt3awj_Ah8</a></p>
<p>A reação da audiência foi diferente de qualquer outra canção em seu repertório &#8211; eles sabiam que havia algo poderoso e único naquela composição.</p>
<p>A descoberta de outro grupo com o nome de Earth fez a troca do nome ser mais natural ainda. Nascia uma das maiores bandas que já existiram; o Black Sabbath.</p>
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		<title>Clássicos Obrigatórios &#124; Secos &amp; Molhados (1973)</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 13:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clássicos Obrigatórios]]></category>
		<category><![CDATA[música brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[secos & molhados]]></category>

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		<description><![CDATA[Um cara sobe ao palco e aparece com uma indumentária, digamos, peculiar, ele vira para a plateia e temos uma surpresa: &#8211; Olha só, maquiagem exótica! &#8211; Então, depois da introdução da canção, após muita malemolência nos passos de dança, o vocalista finalmente começa a cantar. Logo, sai uma voz suave, doce, e por que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um cara sobe ao palco e aparece com uma indumentária, digamos, peculiar, ele vira para a plateia e temos uma surpresa: &#8211; Olha só, maquiagem exótica! &#8211; Então, depois da introdução da canção, após muita malemolência nos passos de dança, o vocalista finalmente começa a cantar. Logo, sai uma voz suave, doce, e por que não feminina?</p>
<p>O mais curioso é que, ainda com essa imagem transgressora, letras cheias de metáforas e críticas sociais em plena Ditadura Militar, o grupo conseguiu se tornar popular e bem aceito pela massa. A aceitação foi tamanha que o primeiro álbum, que em agosto completa 40 anos, chegou a vender mais de um milhão de cópias.</p>
<p><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/secos-molhados.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8189" alt="secos-molhados" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/secos-molhados.jpg" width="387" height="340" /></a></p>
<p>Em Secos &amp; Molhados estão as canções de maior sucesso do grupo, como <em>Sangue Latino</em>, <em>O Vira</em>, <em>Amor</em> e <em>Fala</em>, compostas, em sua maioria, por João Ricardo em parceria com demais artistas.</p>
<p>Como a maioria das produções tidas como fruto do Movimento Tropicalista, é possível observar uma lista grande de influências, que vão do rock progressivo até música portuguesa, mas jamais esquecendo dos ritmos tipicamente brasileiros.</p>
<p><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/secos-e-molhados-cover-art.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8190" alt="secos e molhados cover art" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/secos-e-molhados-cover-art.jpg" width="397" height="351" /></a></p>
<p>Apesar de tantas músicas geniais, admito que criei uma espécie de aversão com uma das canções de maior sucesso do álbum, a única que tem participação de Vinícius de Moraes: Rosa de Hiroshima. Não há nenhuma justificativa tecnicamente embasada, acredito que o problema seja o mau uso e vulgarização dessa música em qualquer campanha de promoção da paz.</p>
<p>Fui uma grande vítima desse fenômeno. Antes de estudar em uma escola que preparava o aluno para o vestibular &#8211; ensinando técnicas de desestabilização do seu concorrente na hora da prova, além de distribuir camisetas com frases desmotivacionais do tipo <em>Boa sorte, você vai precisar</em> -, passei minha minha infância em um colégio que preparava pessoas para serem cidadãos conscientes.</p>
<p>Todos os eventos chatos e cansativos que aconteciam ao longo do ano com o intuito de passar uma mensagem de mundo melhor, mostrando os horrores da guerra para criancinhas melequentas, eram embalados ao som de Rosa de Hiroshima.</p>
<p>Deixo apenas um conselho ao educadores: lembrem-se que essa música é complexa. O máximo que uma criança vai entender é que Rosa de Hiroshima é uma espécie muito rara de flor oriental que causou cobiça de nações distantes, que, infelizmente, acabaram em conflito na busca de grandes estoques de rosas de Hiroshima. Apenas um desabafo.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NjXumdCxtDw">http://www.youtube.com/watch?v=NjXumdCxtDw</a></p>
<p>Enfim, o que temos é um álbum repleto de grandes sucessos, um verdadeiro patrimônio da música brasileira que merece ser apreciado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lizt Lê \\ Fun Home</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 21:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lizt Lê:]]></category>
		<category><![CDATA[história em quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[lizt blog]]></category>
		<category><![CDATA[lizt lê]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os leitores inveterados de quadrinhos, é possível que Fun Home (2007) não represente lá grande novidade. A graphic novel americana ao que parece está nos mais vendidos de tudo quanto é lugar, inclusive do NY Times, o que não a torna um achado underground estrito senso. Mas para quem (comme moi) acaba de descobrir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para os leitores inveterados de quadrinhos, é possível que <em>Fun Home</em> (2007) não represente lá grande novidade. A graphic novel americana ao que parece está nos mais vendidos de tudo quanto é lugar, inclusive do NY Times, o que não a torna um achado underground estrito senso.<br />
Mas para quem (comme moi) acaba de descobrir a dor e a delícia das narrativas devoráveis e das ilustrações expressivas, e está começando a explorar referências deste universo, quiçá a dica do que foi sim, meu achado do último mês, possa interessar. <img src='http://www.lizt.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Fun-Home-HB-Alison-Bechdel-2006-232.jpg"><img class="size-medium wp-image-8152 aligncenter" alt="Fun Home HB - Alison Bechdel 2006 232" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Fun-Home-HB-Alison-Bechdel-2006-232-300x181.jpg" width="300" height="181" /></a></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Egocêntrico ou genial, dependendo da benevolência do juiz, um trabalho autobiográfico como este aposta forte na empatia. No caso, ao mesmo tempo em que Fun Home está centrado no particular do particular  – a relação tão afetuosa quanto confusa e distante entre Alison e seu pai, os episódios de sua infância em Beech Creek nos anos 60, as inúmeras disfunções dos Bechdel, os segredos de Bruce Bechdel, a revelação da homossexualidade através dos livros  – trata também de muita coisa inerente à vida familiar, de crises e descobertas pelas quais passamos, nos enredando numa história com que, apesar das particularidades, podemos nos identificar em alguma medida.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Na minha opinião, é o drama comum a todo mundo que torna justificável contar a própria história. Existe o direito de compartilhar e exorcizar publicamente a relação conturbada com um pai, mas, convenhamos, é preciso que seus desenhos cinza-azulados sejam bons pra que isso convença.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Fun-Home-HB-Alison-Bechdel-2006-086.jpg"><img class="size-medium wp-image-8151 aligncenter" alt="Fun Home HB - Alison Bechdel 2006 086" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Fun-Home-HB-Alison-Bechdel-2006-086-300x205.jpg" width="300" height="205" /></a></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Sem querer dar muito spoiler da natureza exata dos conflitos da menina Bechdel presentes no enredo, posso adiantar que o título e subtítulo têm embutidos jogos de sentido com a história: “Fun” é na verdade a abreviatura de ‘funeral’, em referência à casa funerária que a família administra. De cara se revela uma ironia amarga em comparação com a casa-mausoléu extravagante na qual a autora cresceu, austera e árida de contato humano, no fun at all. Pra além disso, o subtítulo original, “a family tragicomic” (uma família tragicômica) faz um trocadilho entre tragicomédia e comic, quadrinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quadrinho literário<br />
Como se chega à conclusão que o retrato composto faz jus à memória de alguém? O sujeito real, diante da sua transposição em personagem, se veria devidamente representado? Até onde isso importa? Talvez importe na medida em que o talento do autor se traduz na habilidade de projetar  tridimensionalidade nas personagens. Bom ou mau, o pai de Alison com certeza é esférico. “Humano, demasiadamente humano”.E esta citação aqui abre uma deixa pra listar o volume incrível de referências (prova de que o quadrinho não é um gênero mais modesto e pode se servir da grande literatura tanto quanto da cultura pop): começando pela referência à relação não por acaso paternal-trágica entre Dédalus e Ícaro, passando pelo filme A Felicidade Não se Compra,  e por títulos como A Morte Feliz, de Camus, O Grande Gatsby, de Scott Fitzgerald e Ulysses, de James Joyce, Alison vai incluindo paralelos entre a realidade e a ficção que permeou sua formação cultural através do próprio pai, atormentado e culto, provinciano e lido, ele mesmo um tipo em potencial da literatura que ensina.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais um elemento que favorece os iniciantes: a narrativa ainda é bastante textual, apesar de não ser exatamente linear (ela vai e volta cronologicamente em cada unidade do livro). Pra nós que estamos saltando de romances para tiras, essa característica ajuda porque não rompe totalmente com o ritmo de leitura a que estamos acostumados. A autora usa, inclusive, textos como páginas de cartas e trechos de outros livros dentro de seu próprio texto, explorando de forma equilibrada a narrativa “verbal” e a que é contada visualmente.</p>
<div id="attachment_8150" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/C.R.A.Z.Y..jpg"><img class="size-medium wp-image-8150" alt="O protagonista Zach, de C.R.A.Z.Y. O filme que também aborda a relação entre pais e filhos e as sequelas de uns em outros" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/06/C.R.A.Z.Y.-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O protagonista Zach, de C.R.A.Z.Y. O filme que também aborda a relação entre pais e filhos e as sequelas de uns em outros</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Durante a leitura,  o tema da relação com o pai e da sexualidade remeteram um pouco ao filme  canadense C.R.A.Z.Y. , que narra uma relação bastante problemática entre um filho homossexual e seu pai conservador. As muitas diferenças entre um e outro (o desencontro entre Alison e o pai não tem raiz no fato de ela se descobrir lésbica, pelo contrário) no final das contas remontam a um mesmo contexto. Como eu já disse, este contexto funciona pela familiaridade aqui e ali com a casa de cada um. Quer queira, quer não, e guardando-se as proporções certas, a gente habita ou já habitou nossa versão particular da fun home.</p>
<p> Ficha Técnica:</p>
<p dir="ltr"><strong>Título:</strong> Fun Home – Uma Tragicomédia em Família</p>
<p dir="ltr"><strong>Autora:</strong> Alison Bechdel</p>
<p dir="ltr"><strong>Nº de páginas:</strong> 240</p>
<p dir="ltr"><strong>Formato:</strong> 16&#215;23 cm</p>
<p><strong>Preço:</strong> R$ 47,00</p>
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		<title>Daft Punk \\ Random Acess Memories</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 18:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yu Bortolazzi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[chilly gonzales]]></category>
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		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<description><![CDATA[Dentre os lançamentos mais aguardados desse começo de 2013 o de Random Acess Memories, quarto disco de estúdio do Daft Punk, talvez tenha sido o mais esperado. Muito está sendo falado sobre o disco e muito está sendo falado sobre estar se falando muito sobre o disco (INCEPTION SHIT). Durante meses houve um bombardeio nas redes sociais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre os lançamentos mais aguardados desse começo de 2013 o de Random Acess Memories, quarto disco de estúdio do <strong>Daft Punk</strong>, talvez tenha sido o mais esperado. Muito está sendo falado sobre o disco e muito está sendo falado sobre estar se falando muito sobre o disco (INCEPTION SHIT).</p>
<p>Durante meses houve um bombardeio nas redes sociais sobre tal evento &#8211; provavelmente até você, sim, você que odeia tanto o Daft Punk, ou você, você aí, que não tem ideia do que seja essa banda nova de punk, de alguma forma tomaram conhecimento do assunto.</p>
<p>Me limitarei porém, a falar sobre o que estou me propondo aqui, ou seja, o disco. Pouco me importa os vídeos de gente chorando ao ouvir &#8220;Get Lucky&#8221;, ou os milhares de covers da música &#8211; alguns vergonhosos, outros um pouco menos.</p>
<p>Muito já foi falado sobre o assunto &#8211; se interessar à você, pesquise sobre. Aqui falarei sobre o que realmente importa; o conteúdo do disquete.</p>
<p><a href="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/05/daft-punk-random-access-memories-artwork.jpg"><img class="alignnone  wp-image-8087" alt="daft-punk-random-access-memories-artwork" src="http://www.lizt.com.br/wp-content/uploads/2013/05/daft-punk-random-access-memories-artwork.jpg" width="400" height="400" /></a></p>
<p>Com a proposta de &#8220;devolver vida a música&#8221; &#8211; parafraseando faixa de mesmo nome do álbum &#8211; os robôs franceses optam por nadar totalmente contra a maré, não só da EDM, mas da música em geral, trazendo vida à música com um disco totalmente&#8230;Disco!</p>
<p>Alguns artistas emergentes já vem brincando com a sonoridade disco/funk &#8211; Toro Y Moi, é um exemplo. Porém, o que o Daft Punk buscou aqui foi fazer isso sem samplear nada e mecanizar o menos possível as composições.</p>
<p>O resultado foi um disco composto da maneira mais orgânica possível, preservando apenas o uso clássico dos vocoders e dos sintetizadores modulares.</p>
<p dir="ltr">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kxTHcKHdcWI">http://www.youtube.com/watch?v=kxTHcKHdcWI</a></p>
</p>
<p>Para tal propósito, não foram poupados recursos. O duo declarou ter passado facilmente da marca dos 1 milhão de doletas na produção do disco, que se passou em três estúdios diferentes.</p>
<p>Por trás da produção do álbum aparece a mão de ouro do lendário produtor Giorgio Moroder, pioneiro da disco music, com direito a dedicatória especial na faixa &#8220;Giorgio by Moroder&#8221;, canção mais surpreendente do disco, que mistura trechos narrados pelo próprio Moroder às texturas sintéticas dos robôs.</p>
<p>A segunda parte da música é um show a parte.</p>
<p dir="ltr">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5m4ZkEqQrn0">http://www.youtube.com/watch?v=5m4ZkEqQrn0</a></p>
</p>
<p>Nile Rodgers, produtor e também guitarrista da Chic, Diana Ross e Aretha Franklin, também dá as caras na produção de Random Acess Memories, e marca presença nas guitarras de &#8220;Give Life Back To Music&#8221;, &#8220;Lose Yourself To Dance&#8221; &#8211; faixa pegajosa que figura também a boa colaboração com o rapper Pharrell Williams, e &#8220;Get Lucky&#8221; &#8211; primeiro single do disco; dançante, extremamente pop, e de novo com a presença de Pharrell.</p>
<p>Fora uma baita banda de apoio, e além das participações de Moroder, Pharrell, e Rodgers em peso no disco, os robôs ainda fizeram questão de mais convidados.</p>
<p>O cantor Paul Williams empresta sua voz na pérola &#8220;Touch&#8221;, momento mais bonito no disco. O houseiro Todd Edwards colabora nos vocais de &#8220;Fragments of Time&#8221;, faixa com um solo que vai levar muita gente de volta para Discovery (2001). Panda Bear do Animal Collective aparece nos vocais de &#8220;Doin&#8217; It Right&#8221;. O amigo de longa data dos franceses, DJ Falcon, vai para os synths na viajante &#8221;Contact&#8221;. Chilly Gonzales nos teclados e piano de &#8220;Give Life Back To Music&#8221; e &#8220;Within&#8221; respectivamente e, por último, Julian Casablancas nos vocais e guitarra de &#8220;Instant Crush&#8221;.</p>
<p dir="ltr">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5NV6Rdv1a3I">http://www.youtube.com/watch?v=5NV6Rdv1a3I</a></p>
</p>
<p>Apesar de um disco extremamente fácil de se escutar, e em uma primeira audição, até besta, RAM tem momentos brilhantes, e que a cada audição vão crescendo.</p>
<p>A já citada &#8220;Giorgio By Moroder&#8221;, e ainda &#8220;Contact&#8221;, &#8220;Touch&#8221; e &#8220;Motherboard&#8221;, são músicas para se escutar várias e várias vezes, só para em cada audição perceber uma atmosfera diferente, um detalhe escondido.</p>
<p>Portanto ouça sim mais de uma vez o disco inteiro &#8211; ele melhora, e muito.</p>
<p><strong>Nota:</strong> 8,5</p>
<p><strong>Melhor música:</strong> Tem várias, escolha a sua.</p>
<p><strong>Pior música:</strong> &#8220;Within&#8221; e &#8220;Instant Crush&#8221; são as mais fracas.</p>
<p><strong>Para se ouvir quando:</strong> ao embalar suas noites de sábado.</p>
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		<title>Com que música eu vou entrar na minha formatura?</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 12:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ritzel</dc:creator>
				<category><![CDATA[com que música eu vou]]></category>
		<category><![CDATA[com que musica vou]]></category>
		<category><![CDATA[músicas para formatura]]></category>
		<category><![CDATA[queen]]></category>
		<category><![CDATA[strokes]]></category>
		<category><![CDATA[tame impala]]></category>

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		<description><![CDATA[É, o fim do semestre se aproxima, e você aí, que tá entregando a última parte do TCC, já está pensando na formatura, certo? Já está pensando em toda aquela emoção, mãe chorando, abraços de amigo, 2h de cerimônia e muitas, mas muitas músicas. Uma pra cada um dos 147 coleguinhas. E neste momento, você [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É, o fim do semestre se aproxima, e você aí, que tá entregando a última parte do TCC, já está pensando na formatura, certo?</p>
<p>Já está pensando em toda aquela emoção, mãe chorando, abraços de amigo, 2h de cerimônia e muitas, mas muitas músicas. Uma pra cada um dos 147 coleguinhas. E neste momento, você pensa: &#8220;Com que música eu vou entrar?&#8221; Afinal, a maior diversão do pessoal que está na cerimônia, é zuar as músicas ruins, e você não quer ser um destes.</p>
<p>Pra começar, as seguintes músicas estão proibidas:</p>
<p>O Rappa &#8211; Pescador de Ilusões (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=YUoYBLUIH0c">http://www.youtube.com/watch?v=YUoYBLUIH0c</a>)</p>
<p>Gonzaguinha &#8211; O que é, O que é? (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=sdAaW9hkFnE">http://www.youtube.com/watch?v=sdAaW9hkFnE</a>)</p>
<p>Pink Floyd &#8211; Another Brick In The Wall (principalmente se você for estudante de humanas) (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ydaCSuujoBE">http://www.youtube.com/watch?v=ydaCSuujoBE</a>)</p>
<p>Queen &#8211; We Are The Champions (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=04854XqcfCY">http://www.youtube.com/watch?v=04854XqcfCY</a>)</p>
<p>Jorge Aragão &#8211; Coisinha do Pai (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=_OCFB5E0LP8">http://www.youtube.com/watch?v=_OCFB5E0LP8</a>)</p>
<p>Zeca Pagodinho &#8211; Deixa a Vida Me Levar (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=oTREAvZbmME">http://www.youtube.com/watch?v=oTREAvZbmME</a>)</p>
<p>Jamil e Uma Noites &#8211; Acabou! (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=oqCtgycWt9w">http://www.youtube.com/watch?v=oqCtgycWt9w</a>)</p>
<p>Oasis &#8211; qualquer uma</p>
<p>Tema da vitória do Ayrton Senna tá proibido também. (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=0HwVjppnHSo">http://www.youtube.com/watch?v=0HwVjppnHSo</a>)</p>
<p>Sério, se vc entrar com algumas dessas, as pessoas vão rir de ti, portanto, não use nenhuma das músicas acima. A seguir, uma lista completíssima para você entrar com uma música legal na sua formatura.</p>
<p>Para você, que sentirá saudades da faculdade, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8sQoX12zo-A" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que tá agradecendo ao senhor jesus cristo por terminar a faculdade, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/pBsQVP-Olmw" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que odeia todos os seus colegas, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/vb7PLolg-RA" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que está simplesmente feliz, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/qDVW81bXo0s" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que nem lembra quando entrou na faculdade e nem quanto tempo está lá, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/K7l5ZeVVoCA" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que faz questão de mandar uma indireta pros professores &#8211; pq another brick in the wall já cansou, vamo bota a mão na consciência -, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/v7GjucHCQ5Y" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que remou muito pra se formar, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Cmhfqx55SyQ" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que passou em todas as matérias com 7, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/4-rkJmRiFug" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para você, que se chama Manoel, recomendamos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/9Gn9NpeLIHc" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Tem mais alguma sugestão de música? Manda pra gente nos comentários</p>
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		<title>De Onde o Nome Vem: Beastie Boys</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Onde o Nome Vem]]></category>
		<category><![CDATA[bad brains]]></category>
		<category><![CDATA[beastie boys]]></category>
		<category><![CDATA[de onde o nome vem]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da chegada do Adam Yauch para compor o trio de hip-hop/ rap rock/ hip-hop alternativo/ rapcore/ hip-rap-hop rock (?) &#8211; não sei classificar variantes musicais muito bem -, Adam Horovitz e Michael Diamond já fizeram parte de uma banda de punk rock chamada The Young Aborigines. Dessa influência punk, após a entrada de Yauch, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Antes da chegada do Adam Yauch para compor o trio de hip-hop/ rap rock/ hip-hop alternativo/ rapcore/ hip-rap-hop rock (?) &#8211; não sei classificar variantes musicais muito bem -, Adam Horovitz e Michael Diamond já fizeram parte de uma banda de punk rock chamada <em>The Young Aborigines</em>. Dessa influência punk, após a entrada de Yauch, surgiu uma das fontes para o nome do trio, inspirado na banda rastafári americana Bad Brains, que mistura hardcore e reggae.</p>
<p>O Bad Brains surgiu em 1977, foi pioneiro nessa vertente, e ainda está na ativa; inclusive, tocaram até na última edição do Lollapalooza Chile.</p>
<p>Então: Beastie Boys (BB) = Bad Brains (BB). Sacou? Além das iniciais bobas iguais, Beastie Revolution, música desses caras de Washington, também ajudou na escolha do nome.</p>
<p>As duas bandas têm tanta conexão, que o Adam Yauch até produziu um álbum do Bad Brains, o <em>Build a Nation</em>, e o último álbum deles, lançado em novembro do ano passado, foi em homenagem a Yauch.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YsngjpZo38M">http://www.youtube.com/watch?v=YsngjpZo38M</a></p>
<p>Também existe outro significado para Beastie, que, na verdade, é a sigla para <em>Boys Entering Anarchistic States Towards Inner Excellence. </em>Entretanto, na minha singela ignorância, mais parece tentativa de transformar o nome do grupo em algo mais interessante.</p>
<p>Enfim, mês passado fez um ano do aniversário de morte do Adam Yauch, o carinha da banda que fez a melhor trilha sonora para perseguições em alta velocidade de todos os tempos. Só pra lembrar.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=z5rRZdiu1UE">http://www.youtube.com/watch?v=z5rRZdiu1UE</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
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		<title>Influências &#124; Arctic Monkeys</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 21:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ritzel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[arctic monkeys]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[strokes]]></category>

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		<description><![CDATA[And we&#8217;re back. Você lembra dessa coluna neste maravilhoso blog? Caso não lembre, clique aqui e aqui e relembre (ou conheça). Hoje vamos falar de quais bandas influenciaram Alex Turner e sua trupe, o Arctic Monkeys. Os monkeys já tiveram diversas fases na carreira, como falamos nesse postaqui, e vamos tentar mostrar quais são de qual [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">And we&#8217;re back. Você lembra dessa coluna neste maravilhoso blog? Caso não lembre, clique aqui e aqui e relembre (ou conheça).</p>
<p style="text-align: left;">Hoje vamos falar de quais bandas influenciaram Alex Turner e sua trupe, o Arctic Monkeys. Os monkeys já tiveram diversas fases na carreira, como falamos nesse postaqui, e vamos tentar mostrar quais são de qual fase -sem promessa de sucesso &#8211; vamos falar, de uma forma geral, quem são os principais influenciadores dessa banda pra lá de foda.</p>
<p style="text-align: left;">Pra não perder o costume, primeiro, ouça uma música dos macacos.</p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/EeIO4VwYNME" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Fase I (2005 &#8211; 2008)</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
</strong>O que eu entendo como a primeira fase dos macacos? Primeiro e segundo disco. Bateria, guitarra em destaque. A grande evolução da banda nesse período foram as letras de Alex Turner, que foram tendo cada vez mais profundidade.</p>
<p style="text-align: left;">Bom, um grande expoente na música da banda, sempre foi a guitarra e, com isso, apresentamos a primeira banda:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>The Strokes</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong></strong><img class="aligncenter" alt="" src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lwvnvu0DzF1r8xedxo1_1325015437_cover.png" width="420" height="420" /></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11px; line-height: 17px; text-align: center;">Julito e seus amigos.</span></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Como o Arctic Monkeys faz parte de, meio que, uma segunda geração dos anos 2000, natural que absorvesem um pouco da geração anterior, nesse caso, os Strokes. A banda de Julian foi um grande expoente na música dos macacos, atenção para o baixo/guitarra, pra mim, os elementso mais Strokes dessa fase dos Monkeys.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/4-7Nk4Rc-AE" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/4D9yCYt-zbY" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>The Libertines</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<dl class="wp-caption alignnone" id="" style="width: 430px;">
<dt class="wp-caption-dt" style="display: inline !important;"><img alt="" src="http://www.lalunemauve.fr/wp-content/uploads/2008/02/libertines.jpg" width="420" height="420" /></dt>
</dl>
<dl class="wp-caption alignnone" id="" style="width: 430px;">
<dd class="wp-caption-dd">Pete e seus amigos.</dd>
</dl>
<p style="text-align: left;">Ainda pegando essa primeira geração dos anos 2000, podemos notar uma influência grande, até certo ponto, tanto nas letras, musicalidade e, principalmente, o estilo de cantar de Pete Doherty. A trupe do Junkie e de Carl Barat foi bem importante no cenário do Indie Rock e, além de influenciar os Monkeys, influenciaram os americanos do Strokes, que falamos ali em cima. Seria natural um quê de Libertines na música de Turner e cia.</p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/KMwNi_FGeag" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/vhshuPCDBkk" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Queens Of The Stone Age</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="alignnone" alt="" src="http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/files/2010/10/Queens_Of_The_Stone_Age.jpg" width="388" height="238" /></p>
<p style="text-align: left;">Well, well, é claro que Arctic Monkeys tem uma veia de rock , uma veia bem pulsante e forte. Ela vem direto da bateria, uma bateria pesada, carregada com o rock mais puro e sincero. Sabe de onde vem? Isso mesmo: Queens Of The Stone Age.  Assim que viu um show da banda de Josh Homme, Matt Helders pensou o seguinte: &#8217;Fuck–I need to start hitting harder.&#8217; Daí podemos ver da onde saiu a influência de uma batida mais forte, mais marcante, mais pegada.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/haWVIaslEOs" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/OXrwFBG7-7s" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<div style="text-align: left;"><strong>Fase II &#8211; O Humbug</strong></div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">Essas duas bandas podem mostrar, mais claramente, como a banda começou e ficou em seus dois primeiros discos. Mas aí teve o terceiro. Aí teve o Humbug.</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">Cercado de letras mais carregadas, temas mais sérios e uma música mais sombria e, as vezes, cômicas. Muito disso é devido a experiência que Turner teve ao formar o Last Shadow Puppets.</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">
<div><strong>The Last Shadow Puppets</strong></div>
<div></div>
<div><img class="alignnone" alt="" src="http://newmusicforboomers.com/wp-content/uploads/2011/11/the-last-shadow-puppets-850512.jpg" width="403" height="419" /></div>
<div></div>
<div>A parceria com Miles Kane foi produtiva, os dois criaram um álbum cercado de ~darkness, mistério e até romantismo, uma vez que nosso compositor favorito estava totalmente in love pela (linda) Alexa Chung. Letras mais adultas, bem trabalhadas e moldadas. Até diria que o Last Shadow Puppets foi o grande norte do Humbug.</div>
<div></div>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/23PkA3G6NL8" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/_8YRx47oylM" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>John Cooper Clarke</strong></div>
<div></div>
<div><img class="alignnone" alt="" src="http://www.guides.ie/sites/guides.ie/files/styles/320square/public/blogs/jcc_070111020043350_wideweb__300x354.jpg?itok=vUkjHS22" width="420" height="420" /></div>
<div></div>
<div><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;"> </span></div>
<div>Além disso, uma das principais influências, não só dessa fase, mas do Turner como compositor é o Poeta/Músico John Cooper Clarke. Uma figura bem peculiar e muito interessante, vale a pena procurar um pouco mais sobre o cara.</div>
<div></div>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/g-aVtKEhpO0" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/euD0o0x-jAo" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<div></div>
<div>
<div>Curiosidade: O poema &#8220;Out of Control Fairground&#8221; foi impresso no encarte do single Fluorescent Adolescent. Além disso, Alex já se declarou fã confesso do Poeta.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Josh Homme</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><img class="alignnone" alt="" src="http://tenhomaisdiscosqueamigos.virgula.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/03/josh-homme.jpg" width="415" height="562" /></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Josh Homme, isso mesmo, sempre ele. O fundador do QOTSA e do Eagles of Death Metal foi o produtor do terceiro disco dos macacos e um grande expoente pro disco ser mais pesado que os anteriores.</div>
<div></div>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rXFPeE-kQ2A" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/P2XH5KrrPw8" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Fase III &#8211; Suck It And See</strong></div>
<div></div>
<div><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;">Já no seu trabalho mais recente, o Suck It And See, um trabalho mais suave, bem menos pesado que seu antecessor, Turner trabalhou nas letras ao mesmo tempo que trabalhava na &#8211; linda &#8211; soundtrack do filme Submarine. A voz mais suave, creio eu, que Alex trouxe direto de seu trabalho solo.</span></div>
<div></div>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6Okqk7b3jcY?list=PL98E2EDCAAA7A90AA" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<div><strong>The Smiths</strong></div>
<div><img class="alignnone" alt="" src="http://db66abc2c256b763aaef-ce5d943d4869ae027976e5ad085dd9b0.r76.cf2.rackcdn.com/2013/9/836/morrissey_420.jpg" width="420" height="420" /></div>
<div></div>
<div></div>
<div><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;">Morissey e seu grupo, The Smiths, também tem sua parcela de culpa no último disco da banda. Inclusive, Turner deu uma entrevista falando a importância que uma das maiores bandas indies da história teve em suas mais recentes composições. </span></div>
<div></div>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/xRi8MYrtKYk" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/k5CltsEN8DQ" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<div></div>
<div><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;">Realçando a voz mais suave e uma musicalidade mais leve, isso tudo vem dos amigos do Smiths. </span></div>
<div><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;">É isso aí, pessoal. Espero que tenham gostado. </span></div>
<div><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;">&#8212;&#8212;&#8211;</span></div>
<div><strong><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;">BONUS</span></strong></div>
<div><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;">Josh Homme continua trabalhando com o Arctic Monkeys e já vai dando a cara da banda em seu próximo disco. Um rock mais true. Ouça Electricity, R U Mine e Do I Wanna Know.</span></div>
<div></div>
<div>
<p><img class="alignnone" alt="" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/500/76855204/Arctic+Monkeys+ArcticMonkeys.png" width="420" height="315" /></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/vJ5oD0WGRGQ" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/VQH8ZTgna3Q" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/WpY41BAvPHI" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
</div>
</div>
</div>
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