Mais um debut que estava sendo esperado com muita ansiedade pelos editores do Lizt: Manifest, da banda Friends. Já falamos do grupo em um todo dia uma banda e acreditávamos que o disco seria BEM legal.
Acertamos.

Depois de serem louvados com os singles Friend Crush e I’m His Girl, o Friends teve que se esforçar para não decepcionar os fãs (e a BBC), que após ouvir estas duas tracks esperavam um disco no mínimo razoável. Tenho certeza que estes mesmos fãs se surpreenderam novamente com as canções do disco. Lindamente produzido com um arzinho lo-fi, a banda cria uma névoa oitentista em algumas músicas, com melodias meio disco/funk em sintonia-com-os-synths. Além disso, linhas de baixo nada sutis, bateria e guitarra completam as composicões da banda.
Samantha Urbani (foto abaixo) faz uma grande diferença neste álbum. Linda, carismática, talentosa, (coloque mais um elogio aqui) tem uma voz absurdamente gostosa de se ouvir, e que, em algumas canções, se destaca MAIS em função da melodia ser simplesmente ok. Mas são poucos os casos em que ela é obrigada a salvar a música sozinha com as cordas vocais, don’t worry.
A moça já apareceu na nossa seção de nome suspeito: SUSPIROS. Focamos totalmente nela em um belo texto aqui.

Tenho CERTEZA que o Friends esperou o verão americano para lançar o álbum pelo fato da maioria das músicas terem a cara do summer-hipster-vintage, aquela coisa gingada, ray-banizada, bonita e saudável (?) que podemos comparar com uma banda daqui mesmo: Copacabana Club. (até pelo fato da vocalista ser também uma musa-rainha-te amo QUERIDA)
Falando na vocalista…
NOTA DO EDITOR LUCAS SCHUTZ SOBRE O DISCO: ’Samantha Urbani: gostosa sem precedentes.’
Um pouco passional o comentário do Luquinhas, mas é totalmente compreensível tendo em vista a moça em questão.
Deu, passou a paixão, voltemos ao Manifest.
A Spin disponibilizou o disco via streaming, ou seja, só acessar o site e ouvir o álbum lindão na íntegra, EASY. Façam isso e depois vejam se viajei na batata ou realmente o disco é um REMAKE dos 80′s hype. (não que eu ache isso um problema, bem pelo contrário, achei demais).
Caso esteja sem tempo de ouvir o disco todo, saquem aí as duas que mais curti no Manifest. Tão BEM prézas.
Ulysses Marins
Um cara que resolveu tornar o hobby de apresentar bandas para seus amigos mais próximos num blog. Profissional de tecnologia para se alimentar e, nas horas livres, escritor de histórias e posts que só eu leio. Para maiores besteiras, atendo no Twitter por @ulyssesmarins



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