Dando sequência a nossa lista de álbuns lançados em 2011 e que merecem uma chance em seu media player.
Those Dancing Days . Daydreams and Nightmares
Ta aí mais um BAITA disco lançado este ano pelo quinteto formado por suecas boas demais no que fazem (música, no caso).
As novíssimas garotas do subúrbio de Estocolmo vieram esse ano com o Daydreams and Nightmares, álbum cheio de hits e que não deixou nada a desejar ao disco anterior. Depois do primeiro trabalho das gurias, o In Our Space Hero Suits, lançado em 2008, os fãs ficaram na expectativa, pois este, tinha sido um dos melhores do ano pela Europa, portanto, a responsabilidade era grande.
Sendo assim, botaram a cara e não traíram o movimento indie pop e fizeram músicas super animadas e dançantes. Take a look:
Those Dancing Days . Reaching Forward
The Answering Machine . Lifeline
Após a chutação de balde do primeiro álbum do Answering Machine, o incrível Another City, Another Sorry, cheio de riffs ~pesados~ para uma banda de indie rock, tivemos o Lifeline, álbum com uma cara mais simpática, mais imparcial, mais suave aos ouvidos.
Martin Colclough, vocalista, resolveu tomar as rédeas e fazer um som menos agressivo, que pudesse conquistar mais público e na minha opinião ele conseguiu. Tive o feedback de várias pessoas que se surpreenderam ao ouvir este que é um dos álbuns que você deve ouvir e foi lançado este ano. Ouça o primeiro single do disco, Lifeline:
The Answering Machine . Lifeline
Metronomy . The English Riviera
Esse é O álbum. Cara, isso é uma obra de arte, um fenômeno, um clássico moderno, um presente divino. Exagerando ou não, The English Riviera, na minha opinião que não vale nada, é o melhor disco deste ano. É uma sintonia fina do início ao fim, tudo faz muito sentido, letras, acordes, gritinhos e tudo mais formam um álbum completo, tudo se liga.

Foi uma experiência muito engraçada ouvir esse disco, pois parecia que estava ouvindo uma história, contada em forma de músicas lindas, produzidas com todo o cuidado e talento de Joseph Mount e sua turma.
Talvez eu esteja sendo meio parcial, por curtir a banda desde o Pip Paine (primeiro álbum), mas caso tu não tenha ouvido ainda, o faça agora. Aproveita e ouve a discografia toda do Metronomy que tu não vai te arrepender. Uma amostra:
Metronomy . Everything Goes My Way
White Lies . Ritual
O Fear of Flying, digo, White Lies, de Harry McVeigh e cia, vieram a campo com o Ritual, álbum instrospectivo, com uma sonoridade meio gótica meio post punk.
Pra quem esperava faixas zuper dançantes como no álbum anterior, tipo To Lose My Life, ficou meio decepcionado. Mesmo assim, há uns traços eletrônicos notáveis em algumas músicas, fazendo lembrar um pouquinho do debut.
White Lies . Holy Ghost
Pete and the Pirates . One Thousand Pictures
Outra queridinha do autor do post. P&P, carinhosamente abreviada por mim assim, lançou este ano o One Thousand Pictures, álbum produzido por Brendan Lynch, que já trabalhou com Paul McCartney e Noel Gallagher e obteve sucesso em suas empreitadas.

Mesmo não curtindo estes artistas que o Brendan deu uma mão, com o Pete and the Pirates o negócio ficou fino. Mantiveram a mesma pegada Little Death (álbum anterior), e agradaram os fãs dos rapazes de Reading.
Veja:
Pete and the Pirates . United
Ulysses Marins
Um cara que resolveu tornar o hobby de apresentar bandas para seus amigos mais próximos num blog. Profissional de tecnologia para se alimentar e, nas horas livres, escritor de histórias e posts que só eu leio. Para maiores besteiras, atendo no Twitter por @ulyssesmarins


