O The Cribs virou Legião Urbana! Não, não virou. E ainda bem né, se virasse eu me matava enforcado com fones de ouvido de baixa qualidade.

Bom, vamos ao que interessa: o novo álbum do Cribs.
O disco se chama In the Belly of the Brazen Bull e ele nos dá mais Cribs, mais uma vez.
O bonito dá música é que ela muda, os estilos em destaque mudam, as características dos instrumentos, maneiras de tocar, tipos de composições, tudo é mutante – até os Mutantes! #tudumpshhh – e me parece que o Cribs é o Peter Pan da música.
Se Peter Pan não quer crescer, o Cribs não quer mudar. Consigo notar uma sonoridade muito, MUITO, parecida em todos álbuns deles, pequenas são as mudanças. Pra mim abanda foi diferentona mesmo com o Men’s Needs, Woman’s Needs, Whatever depois ficou no mesmo chove não molha.
Não estou dizendo que o Cribs é ruim, gosto muito dos caras e eles fazem um trabalho superior ao de muitas bandas por aí, mas les poderiam mudar um pouco mais.
Pronto, terminei minha Carta Aberta ao The Cribs, vamos ao review.
Os pontos altos de In the Belly of the Brazen Bull são os singles. Eles chamam atenção pro auge da banda, guitarras criativas e repetitivas realçam a marca registrada da banda, é empolgante ouvir Come On, Be a No-One e Chi-Town, mas de resto é a banda fazendo as músicas arroz de festa, aquelas que acompanham o prato principal – que são os singles.
É um álbum bacana para se ouvir, não tem nada de ruim nele – talvez você estranhe o maior número de músicas, ãhn, desempolgadas do disco – mas não é um álbum que vai te fazer olhar pro monitor, iPod, celular – o que for, atrás do nome da música, procurar ela no Youtube pra postar no seu Facebook ou Twitter, não é esse tipo de álbum.
Resumindo: vale a pena porquê é Cribs.
The Cribs – Chi-Town
The Cribs – Come On, Be A No-One
The Cribs – Better Than Me

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