E aí, gente bonita. Que marasmo de segunda-feira, hein? (pelo menos por aqui)
SEGUINTE, falarei de uma das bandas que me chamou atenção com seu disco ano passado, que se chama The Pains of Being Pure at Heart. O grupo é de NY City (USA) e fazem um som que muito me lembra o Cure, claro, com um pouco mais de synths.

A banda tem 2 EPs e 2 álbuns full-lenght, o último (que comentei ali em cima) se chama Belong e foi lançado em março do ano passado. É um disco com músicas bem animadas, teclados grudentos, baterias marcadas e a voz meio que preguiçosa Kip Berman.
Na minha opinião sem relevância alguma eles meio que se venderam, pois nos trabalhos iniciais da banda notamos influências do pós punk, com melodias mais obscuras e aquela sombra toda que envolve a cena, e nos trabalhos mais atuais vemos um som mais acessível, com um apelo mais eletrônico em algumas músicas. É quase como uma fase Joy Division e outra New Order. Enfim, just saying…
01 curiosidade: o nome da banda vem do título de uma história para crianças que um amigo de Kip fez.
Separei uma nova e uma nem tanto deles para vocês conferirem. Espero que gostem e boa semana, QUERIDOS(AS).
Ulysses Marins
Um cara que resolveu tornar o hobby de apresentar bandas para seus amigos mais próximos num blog. Profissional de tecnologia para se alimentar e, nas horas livres, escritor de histórias e posts que só eu leio. Para maiores besteiras, atendo no Twitter por @ulyssesmarins


